sábado, 10 de outubro de 2009

tudo é tão derrepente,


Não sei muito bem o porquê de tudo, sinceramente, não sei se nessa vida realmente tudo tem seu significado, seu valor, será que em um mundo tão cheio de bobagens, idiotices, não tem uma mera coisinha sem valor? essa é uma das perguntas que eu mais queria saber. Mas enfim, não tenho muito que dizer, acho que vou começar com uma coisa que me aborrece bastante, a minha família, mas pra falar sobre isso, tenho que falar desde quando eu nasci, então lá vai, rs. Nasci e fui mandado direto pra casa da minha avó paterna, já que meus pais moravam ainda lá, com um certo tempo (bem pouco, por sinal) meus pais se separaram, e meu pai continuou morando com a minha avó e comigo, e minha mãe voltou pra casa da minha avó materna. O tempo foi se passando, eu fui crescendo e meu pai conheceu minha madrasta (que já tão juntos acerca de 12 anos), e minha mãe, o meu padrasto (papo de 10 anos), com o tempo, os dois casais se casaram, constituíram família, e eu continuei morando com a minha avó, foi a partir desta série de momentos que minha vida começou a desabar... um tal de ciúmes de um lado, e ciúmes do outro. no começo eu nem ligava, até cheguei a gostar, me sentia um pouco importante, mas o tempo foi passando e a coisa começou a ficar séria, mas tão séria que, hoje, eu não estou mais suportando, me dá vontade de fugir desse meio, voar sem destino, botar uma mochila nas costas e simplesmente ir. Quando vou pra casa do meu pai (meu responsável legal e financeiro), me sinto bem, mas sobre a autoridade dele (isso é só na outra postagem, rs) eu sinto que ele exagera às vezes, faz coisas desnecessárias, e nunca essas coisas são ao meu favor, e a ignorância dele me enoja. Quando eu to na minha casa (com a minha avó paterna), não me sinto muito bem... na verdade, não sei o que sinto quando fico lá, só sei que me incomoda. Morar com a minha mãe é tudo que eu mais queria na vida, me sinto muito bem lá, me sinto livre, feliz, lá é um lugar que eu gosto de ficar, não é só pela internet, nem pelos doces e refrigerantes, muito menos pelo meu próprio quarto que lá tenho, mas pelo modo que ela me trata, o jeito que ela me olha, sinto que ela é a única pessoa que me entende, que sabe o que eu preciso, que quando me abraça sinto um conforto inexplicável, ela é realmente tudo que eu preciso ter, tudo mesmo, poderia morar na rua com ela que seria feliz (to brincando! rs). Com isso, meu pai meio que criou algumas regras em relação à minha mãe (eles não se falam), como por exemplo, não posso dormir lá em dias de semana (ta, eu tava merecendo, já que matava aula lá, rs), se eu quiser passar uma tarde na segunda, terça, quarta ou quinta feira com ela eu preciso ligar à ele, pra pedir se posso. Sofro muito com isso, mas enfim, fazer o que né... acho que obedeço nenhuma dessas regras que ele propôs, haha, porra cara, botar regra pra um filho ver a própria mãe? Pelo amor de deus né!? Sofro bastante com isso, e o pior, sofro calado! Não gosto de fica falando sobre minha família com meus amigos. É, parece que desabafei mesmo, rs, tava precisando, desculpe ter feito você ler todos os esses meus problemas...desculpe mesmo. Mas vamos falar de coisas boas agora ? hoje sabadão, depois de uma janta com a namorada, partir pra uma festa com o Mano L., Mano G. e a C. rata da pista, haha, depois dessa festa to pensando em ir pra excentric, ou algum lugar legal, rs, sei lá...to precisando meio que esclarecer a cabeça...de vez em quando bate uma tristeza, não gosto de ficar assim, nessa deprê, to pensando em procurar um psicólogo, mas ta só nos planos mesmo, rs. Bem, é isso, escrevi esse texto ontem, depois que meu pai tirou o cabo da internet, daí fiquei escrevendo essa postagem no Word, rs, muita falta do que fazer né..rs.Enfim, é isso, quando eu puder, deixo mais uma postagem-desabafo aqui, rs. Isso é tudo galera, até a outra, abração, e fiquem com Deus !

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